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Insegurança e autoestima: as perguntas reais

Autocrítica, comparação, medo de errar, dificuldade de dizer não. O que é a insegurança, como ela se mantém e o que a pesquisa diz sobre o que ajuda. Com fontes, sem prometer o que ninguém pode prometer.

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Em poucas palavras: autoestima é o valor que você sente que tem. Insegurança é a dúvida constante sobre si mesmo: se vai dar conta, se vão gostar, se você merece. Quando a autoestima está baixa, aparecem autocrítica pesada, comparação, medo de errar e dificuldade de dizer não. Não é frescura nem falta de força de vontade, e não é uma marca fixa: existem tratamentos estudados para ela. A hipnoterapia pode entrar como complemento, sem substituir psicólogo, psiquiatra ou médico.

O que é insegurança e baixa autoestima, em linguagem de gente

Autoestima é a nota que você dá a você mesmo como pessoa, e não a uma tarefa que fez. Não é vaidade nem se achar melhor que os outros. É conseguir errar sem concluir que você não presta, e acertar sem achar que foi só sorte.

Insegurança é como essa nota aparece na prática: a dúvida antes de falar, de decidir, de se mostrar. Todo mundo sente isso diante de algo novo. O problema é quando ela vira o tom de fundo, e você passa a se tratar como um juiz que nunca fica satisfeito.

Baixa autoestima não é um diagnóstico. É um jeito de se enxergar que também aparece em vários problemas de saúde mental.[1] Por isso este guia fala de padrões, e não de rótulos.

Como aparece no dia a dia

Quatro padrões aparecem com mais frequência:

  • Autocrítica: uma voz interna que aponta cada falha e diminui cada acerto. "Foi sorte." "Qualquer um faria." "Eu sabia que ia dar errado."
  • Comparação: olhar para os outros e sempre sair perdendo, inclusive comparando os seus bastidores com a vitrine deles nas redes sociais.
  • Medo de errar: preparar demais, revisar dez vezes, adiar o que importa ou nem tentar, para não correr o risco de falhar na frente de alguém.
  • Dificuldade de dizer não: aceitar o que não quer, pedir desculpas demais, engolir o incômodo para não desagradar e não ser deixado de lado.

Outros sinais comuns: desconfiar de elogio, se sentir uma fraude mesmo com conquistas, remoer uma conversa por dias e precisar da aprovação dos outros para ficar bem. A insegurança também pode virar procrastinação: adiar é um jeito de não ser avaliado.

Como aparece no corpo

Às vezes é no corpo que a insegurança aparece primeiro, antes de você conseguir colocar em palavras:

  • antes de falar numa reunião ou numa roda: coração acelerado, rosto quente, voz trêmula, mãos frias;
  • depois de uma crítica: aperto no peito, nó na garganta, vontade de sumir;
  • enquanto espera a resposta de uma mensagem importante: estômago embrulhado;
  • à noite: a cabeça repassando o que você disse e o que "deveria ter dito", e o sono que demora a vir;
  • no fim do dia: o cansaço de quem passou horas se vigiando.

São reações comuns de quem se sente avaliado o tempo todo. Mas sintoma novo no corpo, sem explicação, pede médico primeiro.

De onde pode vir

Não existe uma causa única, e este guia não serve para diagnosticar ninguém. Algumas experiências aparecem com frequência:

  • crítica constante em casa, comparação com irmãos ou colegas, carinho que parecia depender de nota ou de comportamento;
  • bullying ou humilhação na escola ou no trabalho;
  • relacionamentos em que você era diminuído;
  • fracassos vividos sem o apoio de ninguém;
  • padrões de corpo, dinheiro e sucesso que ninguém alcança.

A família pesa. Um estudo nos Estados Unidos acompanhou 674 famílias dos 10 aos 16 anos dos filhos. Os autores concluíram que vários aspectos do ambiente de casa ajudam a formar a autoestima. Entre eles apareceram o carinho dos pais e a segurança financeira da família.[2] Entender isso não é procurar culpados: muitas vezes os pais também repetiram o que receberam.

E não é só a infância. Os relacionamentos e a autoestima se influenciam nos dois sentidos, em todas as fases da vida.[3] Um relacionamento que humilha, ou anos de crítica num emprego, também deixam marca.

O que mantém o ciclo

A insegurança se mantém por um ciclo que parece proteção:

  1. A crença de fundo: "eu não sou bom o bastante", ou "se me conhecerem de verdade, vão me deixar".
  2. A situação: uma reunião, um encontro, uma prova, um pedido de alguém.
  3. A previsão: "vou travar", "vão rir de mim", "se eu disser não, vão se afastar".
  4. A proteção: você evita, se cala, prepara demais ou diz sim sem querer.
  5. O alívio: o desconforto passa naquela hora.
  6. A crença fica intacta: se você evitou, nunca descobre que daria conta. Se deu certo, o mérito vai para a preparação exagerada ou para a sorte. Se deu errado, vira "prova".

Há ainda um filtro: a autocrítica faz você registrar com nitidez o que confirma a crença e esquecer o que a contradiz. Dez elogios somem; uma crítica fica dias na cabeça.

E o ciclo chega às relações: quem acha que vale pouco tende a aceitar pouco, e ser tratado com pouco caso parece confirmar a crença. O guia de dependência emocional trata desse ponto.

Erros comuns

  • Frases motivacionais e "é só se amar". Soa simples, mas não diz como, e vira mais uma coisa em que a pessoa sente que falhou.
  • Repetir afirmações em que você não acredita. Em quem tem autoestima baixa, isso pode até piorar o humor.[4] Veja Pensamento positivo resolve?
  • Tentar provar o próprio valor com desempenho. Cada conquista alivia por pouco tempo, e a régua sobe. É assim que a insegurança alimenta o perfeccionismo.
  • Viver de aprovação. Elogio e curtida aliviam, mas o efeito passa, e é preciso cada vez mais.
  • Esperar se sentir seguro para agir. Muitas vezes a segurança aparece depois de fazer, e não antes.
  • Brigar consigo por ser inseguro. Se criticar por se criticar só soma mais uma camada de cobrança.

Mitos

  • "Autoestima é vaidade." Não. Vaidade gira em torno de aparência e aprovação. Autoestima é conseguir se tratar com respeito, inclusive quando erra.
  • "Quem tem sucesso tem autoestima alta." Nem sempre. Tem gente bem-sucedida que se sente uma fraude a cada conquista.
  • "Pessoa segura não sente insegurança." Sente. A diferença é que a insegurança não decide tudo por ela.
  • "Autoestima baixa é para sempre." A autoestima muda ao longo da vida. Em média, ela sobe bastante entre os 15 e os 30 anos e continua subindo até por volta dos 60.[5]
  • "Hipnose instala confiança, como um programa." Não. Hipnose é um estado de atenção concentrada usado dentro de um trabalho terapêutico, e não um comando que muda alguém por fora. Mais em Hipnose: as perguntas reais.

Quando procurar ajuda, e de quem

Emergência não espera

Se você está pensando em tirar a própria vida, ligue para o CVV, no 188 (ligação gratuita, 24 horas), ou para o SAMU, no 192, ou vá à emergência mais próxima.

Se há violência dentro de casa: Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) e, em perigo imediato, 190.

  • Psicólogo: quando a insegurança limita o trabalho, os estudos, os relacionamentos ou as suas escolhas, ou quando você tenta sozinho e não sai do lugar.
  • Médico ou psiquiatra: quando, junto com a autocrítica, aparecem tristeza ou vazio na maior parte do dia, quase todos os dias, por duas semanas ou mais; perda de interesse pelo que antes dava prazer; sono e apetite mudando; muito cansaço ou falta de energia; falta de esperança no futuro. Esses são sinais de depressão listados pela Organização Mundial da Saúde, e sentir que não tem valor também está entre eles.[6]
  • Médico clínico: sintoma novo no corpo, sem explicação.
  • Ansiedade forte ou crises: veja o guia de ansiedade.

Baixa autoestima e depressão andam muito juntas. Estudos que acompanharam pessoas ao longo do tempo mostraram que a autoestima baixa ajudou a prever depressão mais tarde, mais do que o contrário. Com a ansiedade, a relação foi de mão dupla.[7] Insegurança que vem piorando não é para ser empurrada com a barriga.

Como os tratamentos abordam a insegurança

Psicoterapia. A TCC (terapia cognitivo-comportamental, que trabalha pensamentos e atitudes) tem programas feitos para a baixa autoestima: a pessoa aprende a perceber a crença de fundo, testar as próprias previsões e dar peso também ao que deu certo. Uma revisão desses programas encontrou melhora da autoestima nos questionários respondidos pelas próprias pessoas.[1]

As abordagens de autocompaixão (aprender a se tratar com a gentileza que você daria a um amigo) foram criadas para trabalhar a autocrítica. Uma meta-análise (estudo que junta vários estudos) encontrou redução da autocrítica com essas abordagens, em comparação com grupos que não fizeram esse treino. Os autores avisam que os estudos eram de qualidade moderada.[8] Compaixão, aqui, não é passar a mão na cabeça: é corrigir o que precisa ser corrigido sem se humilhar.

Remédio. Não existe um remédio específico para a autoestima. Quando a insegurança vem junto com depressão ou ansiedade, o médico pode indicar remédio para esses quadros. Começar, mudar ou parar um remédio é decisão só com o médico que receitou.

Onde a hipnoterapia pode entrar, e os limites

Muita gente já sabe, de cabeça, que tem valor, e já entendeu de onde vem a insegurança. Mesmo assim, na hora da reunião ou da conversa difícil, o corpo e a voz crítica reagem do mesmo jeito.

O insight não desativa o alarme.
— Rodrigo M Sobroza, na página do Método EIXO

É nesse ponto que a hipnoterapia pode entrar. No estado de foco da hipnose, a pessoa pode observar o que sente quando a voz crítica aparece e ensaiar, na imaginação, outro jeito de reagir: dizer não, receber uma crítica sem desmoronar, aceitar um elogio. É comum voltar a lembranças antigas, como as da infância. Rodrigo trabalha essas lembranças pelo que a pessoa sente hoje, e não como prova de que tudo aconteceu exatamente daquele jeito.

O que a pesquisa mostra: uma meta-análise encontrou redução de ansiedade com hipnose, e o efeito foi maior quando a hipnose foi combinada com outras abordagens psicológicas do que quando foi usada sozinha.[9] Uma revisão de 20 anos de estudos encontrou efeitos em várias queixas emocionais e físicas, com os resultados mais sólidos para dor e para quem passa por procedimentos médicos.[10] Esses estudos tratam da hipnose em geral e não medem a autoestima em si. Também não avaliam o Método EIXO.

Como é o atendimento: hipnoterapia para baixa autoestima em Nova Iguaçu e online.

Os limites, sem rodeio:

  • hipnoterapeuta não é médico nem psicólogo: não faz diagnóstico, não receita remédio e não substitui o acompanhamento deles quando ele é necessário;
  • não existe prazo nem número de sessões que se possa prometer;
  • não funciona do mesmo jeito para todo mundo;
  • em crise aguda, pensamentos de tirar a própria vida, psicose ou dissociação grave, Rodrigo encaminha a pessoa ao médico (veja quando a hipnoterapia não é indicada).
De nada adianta a transformação na sessão se ela não se sustenta na segunda-feira de manhã.
— Rodrigo M Sobroza, na página do Método EIXO

As perguntas reais

Cada resposta começa pelo curto e direto. Depois vem a explicação, para quem quiser entender melhor.

Autoestima baixa tem jeito?

Resposta curta: Tem caminho. A autoestima não é uma marca fixa: ela muda ao longo da vida, e há tratamentos psicológicos estudados para a baixa autoestima. O objetivo não é nunca mais duvidar de si, e sim parar de deixar a dúvida decidir tudo.

Em média, a autoestima das pessoas sobe da juventude até por volta dos 60 anos.[5] E programas de psicoterapia feitos para a baixa autoestima mostraram, em média, melhora nos questionários que medem a autoestima.[1] Isso não quer dizer que vai acontecer sozinho, nem num prazo certo, nem do mesmo jeito para todo mundo.

O sucesso não é "ter gostado da sessão". É a crise que não veio, a conversa difícil que finalmente aconteceu, o sono que voltou.
— Rodrigo M Sobroza, na página do Método EIXO

Insegurança é falta de força de vontade?

Resposta curta: Não. Insegurança costuma ser um jeito de se proteger que foi se formando com a vida, e não um defeito de caráter. Força de vontade ajuda a agir apesar do medo, mas sozinha não muda o que você sente sobre você.

Muita gente insegura se esforça até demais. O esforço vai quase todo para se proteger (evitar, agradar, revisar mais uma vez) e sobra pouco para descobrir que você daria conta. Veja o ciclo.

Pensamento positivo resolve?

Resposta curta: Sozinho, geralmente não. Em experimentos, pessoas com autoestima baixa que repetiram uma frase positiva sobre si mesmas se sentiram pior do que quem não repetiu.

A frase usada no estudo foi "eu sou uma pessoa amável". Quem já tinha autoestima alta se sentiu um pouco melhor. Quem tinha autoestima baixa se sentiu pior. E, no grupo de autoestima baixa, quem pensou que a frase era em parte verdadeira e em parte não se sentiu melhor do que quem pensou só no lado verdadeiro.[4]

A psicoterapia costuma ir por outro caminho: olhar para os fatos com mais justiça, inclusive os bons que a autocrítica esconde.

Hipnose ajuda com autoestima?

Resposta curta: Pode entrar como complemento, junto com outros cuidados. Os estudos sobre hipnose citados neste guia tratam de ansiedade e de outras queixas, e não medem a autoestima em si. Ninguém pode prometer resultado.

Veja onde a hipnoterapia pode entrar. E cuidado com áudios e aplicativos de "hipnose para autoestima" usados sem acompanhamento. Uma revisão de 2013 analisou 407 aplicativos de hipnose: aumentar a autoestima estava entre os objetivos mais comuns, e nenhum deles informava ter sido testado para ver se funciona.[11]

Quando a insegurança vira caso de psicólogo ou psiquiatra?

Resposta curta: Psicólogo, quando a insegurança limita o trabalho, os relacionamentos ou as suas escolhas. Médico ou psiquiatra, quando vem com tristeza na maior parte do dia por duas semanas ou mais, perda de interesse por tudo, ansiedade forte ou pensamentos de morte. Pensamento de tirar a própria vida: ligue 188, o CVV.

Veja a lista completa em quando procurar ajuda, e de quem. A hipnoterapia pode entrar junto, sem competir com esse acompanhamento (hipnoterapia substitui psicólogo ou psiquiatra?).

Insegurança e baixa autoestima são a mesma coisa?

Resposta curta: São parentes, mas não são iguais. Autoestima é o valor que você sente que tem. Insegurança é a dúvida que aparece na hora de agir, e dá para ter uma autoestima razoável e se sentir inseguro diante de algo novo.

Insegurança diante de algo novo é normal. O que pede atenção é a que aparece em quase tudo, junto com uma autocrítica pesada.

A baixa autoestima sempre vem da infância?

Resposta curta: Nem sempre. A infância costuma pesar, mas a vida adulta também conta: um relacionamento que humilha, anos de crítica no trabalho ou um fracasso vivido sem apoio podem abalar a autoestima.

Os relacionamentos e a autoestima se influenciam em todas as fases da vida.[3] Olhar para a origem serve para entender, não para culpar ninguém, nem você.

Por que é tão difícil dizer não?

Resposta curta: Porque, para quem tem a autoestima baixa, o não parece arriscar o carinho ou a aprovação do outro. Dizer sim alivia na hora, mas acumula cansaço e mágoa.

Por trás do sim automático pode estar a ideia de que você só é aceito enquanto for útil. Treinar o não pode começar pequeno: um pedido simples, recusado com calma e sem lista de desculpas. Se o não vem com medo de ser deixado, leia o guia de dependência emocional.

Por que eu não consigo aceitar um elogio?

Resposta curta: Porque o elogio bate de frente com a imagem que você tem de você. Em vez de entrar, ele vira desconfiança: "está só sendo educado", "se soubesse como eu sou de verdade".

É o mesmo filtro do ciclo: o que confirma a crença entra, o que contradiz é descartado. Um treino simples é responder só "obrigado", sem explicar, diminuir ou devolver o elogio, e notar o desconforto sem obedecer a ele.

Já conquistei muita coisa e ainda me sinto uma fraude. Por quê?

Resposta curta: Porque conquista, sozinha, não muda a forma como você se enxerga. Quando a crença de fundo é "não sou bom o bastante", cada sucesso vira sorte, ajuda dos outros ou preparo exagerado.

Essa sensação ganhou um nome popular, síndrome do impostor, mas não é um diagnóstico. Mais em por que a síndrome do impostor não some com o sucesso e em perfeccionismo: por que nunca é suficiente.

Baixa autoestima pode ser depressão?

Resposta curta: Pode fazer parte dela. Sentir que não tem valor está entre os sinais de depressão, junto com tristeza ou perda de interesse por duas semanas ou mais. Nesse caso, procure médico ou psicólogo.

Autoestima baixa e depressão andam juntas, e uma ajuda a prever a outra.[7] Só um profissional de saúde pode avaliar se é depressão. A Organização Mundial da Saúde lembra que existe tratamento eficaz para a depressão, e que os tratamentos psicológicos são os primeiros indicados.[6]

Existe remédio para autoestima?

Resposta curta: Não existe um remédio específico para a autoestima. Quando ela vem junto com depressão ou ansiedade, o médico pode indicar tratamento para esses quadros. Qualquer mudança no remédio é só com o médico que receitou.

A hipnoterapia não pede que você mude nada no seu tratamento. Mais em posso fazer hipnoterapia tomando remédio?

Um relacionamento pode derrubar a minha autoestima?

Resposta curta: Pode. Relações em que você é criticado, controlado ou humilhado com frequência desgastam a forma como você se vê. E, com a autoestima abalada, fica mais difícil acreditar que você merece ser bem tratado.

Se há violência, ameaça ou medo dentro de casa, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou, em perigo imediato, 190. Para entender por que é tão difícil sair, leia por que pessoas inteligentes ficam presas em relacionamentos que machucam.

Dá para melhorar a autoestima sozinho?

Resposta curta: Algumas atitudes ajudam: perceber a voz crítica sem obedecer a ela, falar com você como falaria com um amigo e enfrentar aos poucos o que você evita. Quando a insegurança limita a sua vida, ou você não sai do lugar, vale procurar ajuda profissional.

Anotar no fim do dia uma coisa que você fez bem, mesmo pequena, treina o olhar para o que a autocrítica descarta.

Quantas sessões de hipnoterapia são necessárias?

Resposta curta: Depende de cada caso. Ninguém sério promete um número de sessões antes de conhecer você.

O primeiro atendimento se chama Análise de caso (R$ 350). É nele que se entende o seu caso e se diz, com franqueza, se a hipnoterapia faz sentido para você ou se o caso pede outro profissional primeiro. Mais em quantas sessões de hipnoterapia.

Para continuar lendo

Quem escreveu este guia

Rodrigo M Sobroza é hipnoterapeuta, com consultório no Centro de Nova Iguaçu (RJ) e atendimento online. Estuda hipnose clínica desde 2020 e fez a formação em hipnoterapia do Instituto Versate, com certificação Certified Hypnotherapist pela Neuroscience International Academy (EUA). Não é médico nem psicólogo.

A metodologia

O Método EIXO, passo a passo

Uma abordagem própria criada por Rodrigo M Sobroza, em quatro etapas, que une hipnose clínica e conceitos da neurociência.

E

Entender

Mapear onde dói, desde quando e o que já foi tentado — com escuta real, sem julgamento.

I

Investigar

Buscar, com hipnose clínica, as memórias e os padrões emocionais ligados ao que você sente.

X

eXperienciar

Viver uma nova experiência emocional sobre a ferida, em vez de só falar sobre ela.

O

Organizar

Levar o que mudou para o dia a dia, com recursos para lidar com os gatilhos. O objetivo é autonomia, não depender do terapeuta.

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